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Tratamento milenar oriental acalma células cerebrais, constata estudo

Uma nova pesquisa acaba de comprovar a eficácia da acupuntura. Cientistas da Universidade Hospital de Essen, na Alemanha, constatou que a técnica chinesa milenar acalma as células cerebrais responsáveis pela percepção de dor, ajudando a diminuir a sensibilidade do paciente na região atingida.

No experimento, 18 voluntários foram submetidos a choques elétricos enquanto seus cérebros eram examinados. Depois, passaram pela mesma experiência, mas, dessa vez, com as agulhas da acupuntura colocadas entre os dedos das mãos, abaixo do joelho e próximo ao dedão do pé. “A ativação de áreas do cérebro envolvidas na percepção da dor foi significativamente reduzida ou modulada com a acupuntura”, conta a pesquisadora Nina Theysohn.

Um estudo similar já havia indicado, recentemente, que o simples ato de colocar agulhas na pele e retorcê-las produz uma série de analgésicos naturais. Porém, os especialistas de nenhum dos dois estudos parecem dispostos a concordar que o efeito acontece porque as agulhas “balanceiam as forças vitais”, nem confirmar os demais benefícios clamados pela acupuntura, como o combate a alergias e ao hábito de fumar.

 

Fonte: Revista Veja

Níveis de atividade física, e não de sedentarismo, indicam risco de obesidade entre crianças

Algumas pesquisas já mostraram que muito tempo de sedentarismo pode provocar excesso de peso e aumentar o risco de doenças cardiovasculares, independentemente da prática de atividade física. No entanto, o mesmo não vale para as crianças, segundo um novo estudo americano. Para elas, o maior fator de risco para a obesidade é a falta de exercícios físicos, e não o tempo em que passam sentadas em frente à televisão. Ou seja, quanto mais atividade física um jovem pratica, menos gordura corporal ele irá acumular, não importa quantas horas ele passe em frente à televisão. Essas conclusões foram publicadas na edição desta semana do periódico The Journal of Pediatrics.

Segundo a coordenadora da pesquisa, Soyang Kwon, pediatra da Universidade Northwestern, em Chicago, uma possível explicação para essa diferença entre adultos e crianças está no fato de que os mais jovens são, em geral, mais ativos do que pessoas mais velhas. Kwon ressalta que isso não quer dizer que o estudo apoie o sedentarismo entre crianças. “Nossa pesquisa suporta as diretrizes atuais para a prática de atividade física”, diz. O Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos recomenda que crianças e adolescentes realizem atividades da mesma intensidade de uma caminhada rápida (cerca de 5,5 quilômetros por hora) durante uma hora todos os dias.

As conclusões desse novo estudo se basearam nos dados de 277 meninos e 277 meninas de oito a 15 anos de idade que foram acompanhados ao longo de nove anos. Durante esse período, esses jovens tiveram sua composição corporal, teor de gordura e densidade óssea medidos. Além disso, eles usaram, em dias específicos, um acelerômetro, aparelho que mede o movimento do corpo e a intensidade das atividades…

 

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Revista Veja – Mulheres devem esperar um ano após cirurgia bariátrica para engravidar

Depois de ser submetida a uma cirurgia bariátrica, a mulher deve esperar pelo menos um ano antes de tentar engravidar. Essa é a recomendação de pesquisadores do Serviço de Saúde Pública (National Health Service) do Reino Unido, que fizeram uma revisão dos estudos recentes sobre o assunto. O artigo foi publicado nesta sexta-feira, no periódico The Obstetrician & Gynaecologist (TOG).

A preocupação com o tema é decorrente do aumento da prevalência de obesidade em mulheres em idade reprodutiva. No Reino Unido, estima-se que esse número passe de 24,2%, em 2005, para 28,3% até 2015. Além disso, nos Estados Unidos, 49% dos pacientes submetidos a cirurgias bariátricas entre 2003 e 2005 foram mulheres entre 18 e 14 anos.

Espera — A gravidez de uma mulher que já foi submetida à cirurgia bariátrica é considerada mais segura e com menos riscos de complicações do que a de uma paciente obesa. Porém, os pesquisadores aconselham que as mulheres aguardem de 12 a 18 meses depois da cirurgia para tentar ter filhos.

O motivo é que o primeiro ano após a cirurgia é o período em que ocorre uma rápida perda de peso, que leva à instabilidade eletrolítica e nutricional…

 

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