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O segredo das calorias, o que são 200 calorias?

Para manter o peso estável, cada pessoa deve ingerir por dia uma média de 2000/2500 calorias. E se muita gente já se preocupa com a informação nutricional do que consome, a verdade é que por vezes fica difícil imaginar a quantidade de comida necessária pra chegar a um determinado valor de calorias. Por isso, o site wiseGEEK resolveu dar uma ajuda.

Eles pegaram em diferentes alimentos e colocaram no mesmo prato, com o mesmo cenário, a quantidade necessária de cada um para chegar às 200 calorias. Exemplos? Você precisa encher um prato de maçãs ou aipos para atingir 200 calorias, mas se falarmos de óleo ou queijo, basta só um pouquinho para dar o mesmo resultado.

Veja o que representam visualmente 200 calorias e ganhe uma ajuda preciosa na hora de escolher como encher seu prato.

Óleo de Canola

200Calories20

23 gramas

Bacon

200Calories19

34 gramas

Queijo Cheddar

200Calories18

51 gramas

Ursinhos de goma

200Calories17

51 gramas

Amendoins salgados

200Calories16

33 gramas

Salsicha

200Calories15

66 gramas

Ketchup

200Calories14

226 gramas

Torta de amora

200Calories13

56 gramas

Doritos

200Calories12

41 gramas

Coca-cola

200Calories11

496 ml

Ovos

200Calories10

150 gramas

Fibra de cereal

200Calories9

100 gramas

Manteiga de amendoim

200Calories8

34 gramas

Kiwi

200Calories7

328 gramas

Manteiga

200Calories6

28 gramas

Aipo

200Calories5

1425 gramas

Barra de chocolate Snickers

Chocolate snickers

41 gramas

Maçã

Maçã

385 gramas

Cheeseburguer

Cheseeburguer

75 gramas

Brócolis

Brocolis 200 calorias

588 gramas

Abaixo um vídeo com a explicação do que é realmente uma caloria e de como você pode ter mais consciência do que está comendo (pode ativar as legendas em português, se elas não aparecerem automaticamente).

Fonte

Saiu na revista Super Interessante – A dieta da ciência

Começou com um docinho depois do almoço. Depois, era batata frita a semana toda. Água, nem pensar – só refrigerante. Até que arroz com feijão virou uma combinação insuportável. Para fazer efeito, só se fosse cheeseburguer. Essa é a história de um cérebro viciado e prostituído: ele sabe que salada é mais digna para a saúde, mas gosta mesmo é de gordura e açúcar e se vende ao primeiro que aparecer com isso. Em troca, libera dopamina, a substância inebriante do prazer. Nunca foi tão claro para a ciência que a comida de hoje tem o mesmo poder viciante da cocaína e da heroína. “A sensação agradável provocada pela comida estimula o centro de recompensa do cérebro, em um processo parecido com o do vício e da excitação sexual”, diz o neurologista e neurocirurgião Jorge Pagura. “Hoje, o centro de recompensa é alvo de experiências para o controle do apetite.” Agora vamos entender isso melhor. E, mais importante, mostrar também como novas descobertas da ciência podem revolucionar sua dieta. Bom apetite!

Sexo, dogs e hot roll

Você vive em 2012. Mas seu cérebro empacou em lá por 200 mil a.C. Foi quando surgiram os primeiros humanos anatomicamente iguais a você e eu, em algum lugar perto de onde hoje fica a Etiópia.

A vida era complicada por lá. Não era todo dia que dava para caçar um bisão ou uma gazela. E, nos dias em que não dava, o jeito era apertar o cinto. Por causa disso, o corpo desenvolveu um método interessante de sobrevivência: nos transformou em camelos alimentares. Passou a estocar comida em “corcovas” de gordura, que carregamos principalmente na barriga e nos quadris. Quando aparecia uma gazela, comíamos mais do que precisávamos. O excesso ficava acumulado. E nos tempos de gazelas magras o corpo se alimentava dessa gordura. Era o jeito.

Para fazer com que comêssemos mais do que o necessário a cada caça, o cérebro criou um mecanismo engenhoso: nos recompensar com doses cavalares de prazer cada vez que comíamos algo que fosse fácil de ser absorvido pelo corpo…

 

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