Arquivo para: 30 de novembro de 2012

Gargalhar com os amigos tem mesmo benefício químico dos exercícios

A gargalhada é um tipo de exercício? Essa estranha pergunta é o ponto de partida de um estudo sobre o riso e a dor, que enfatiza quão inesperadamente entrelaçados podem ser nossos corpos e emoções. Para o estudo, publicado na revista Proceedings of the Royal Society B, pesquisadores da Universidade de Oxford recrutaram um grande grupo de estudantes de graduação de ambos os sexos com o objetivo de fazê-los rir.

Muitos de nós acreditamos que o riso seja a reação a algo engraçado – como se fosse, na verdade, uma emoção. Entretanto, a risada é fundamentalmente uma reação física.

“O riso consiste em uma expiração repetida e forçada do ar dos pulmões”, afirmou Robin Dunbar, professor de psicologia evolucionária em Oxford e coordenador do estudo. “Os músculos do diafragma precisam trabalhar duro.”

Todos já ouviram a frase “rir até doer a barriga”, destaca o autor. A dor não é metafórica; o riso prolongado pode ser doloroso e exaustivo e se parece mais com um exercício difícil. Contudo, o riso suscita uma reação fisiológica similar à dos exercícios? Nesse caso, o que isso pode revelar a respeito da natureza do esforço físico?

Para descobrir, Dunbar e seus colegas pediram que voluntários assistissem sozinhos e em grupo a uma série de vídeos curtos divididos entre histórias engraçadas e documentários estritamente…

 

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Vitamina C: o corpo pede mais

Uma goiaba – é o que basta para ingerirmos a quantidade diária de vitamina C preconizada por órgãos americanos e válida também aqui, no Brasil. Ou seja, 75 miligramas para mulheres e 90 miligramas para homens. Porém, para Balz Frei, pesquisador do Instituto Linus Pauling, nos Estados Unidos, esse valor não é apropriado. Em artigo publicado na revista Critical Reviews in Food Science and Nutrition, ele defende que a dose do nutriente para um adulto salte para 200 miligramas – nas imagens que acompanham esta reportagem, você vê como é fácil atingir a cota. “A vitamina C age como um potente antioxidante no corpo, além de interferir na produção de óxido nítrico. Essas propriedades são importantes para o controle da pressão arterial, evitando infarto e derrame”, alega Frei. “Se a recomendação aumentar, essa ação seria otimizada”, defende. Desvendamos por que a vitamina C merece tanto destaque no cardápio e qual o limite para não cair em armadilhas.

Cientistas da conceituada Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, divulgaram uma revisão de 29 estudos que avaliaram a pressão dos voluntários e também o consumo de ácido ascórbico – a alcunha mais formal da vitamina C. Eles perceberam, ao final da análise, que a ingestão média de 500 miligramas da substância estava associada a uma queda de 3,8 milímetros de mercúrio na pressão arterial dos participantes. Alguns medicamentos, a título de comparação, fazem essas taxas caírem 10 milímetros de mercúrio.

“Ao analisar pessoas que já apostavam em suplementação antes da pesquisa e, por isso, tinham muita vitamina C percorrendo o corpo, vimos que doses extras não trouxeram benefícios”, ressalva Stephen Juraschek, principal autor da revisão. Na prática, isso sugere que quantidades mais modestas, como 200 miligramas, já seriam capazes de fazer a pressão cair – desde que consumidas regularmente, é claro.

Há duas principais hipóteses para justificar o efeito. “A vitamina C parece ter ação diurética”, relata o estudioso. Assim, ajudaria o organismo a expulsar o sódio, composto sabidamente responsável por levar a pressão às alturas. A segunda teoria…

 

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Veja como evitar ‘armadilhas’ e fazer escolhas saudáveis no restaurante

As pessoas pedem um grelhado no restaurante e pensam que estão fazendo um bem para a dieta. Mas mesmo os pratos apontados como saudáveis podem conter substâncias que acabam com o seu regime. O site Health, com a ajuda de alguns chefs e nutricionistas, listou os erros mais comuns. Veja:

Evite as bombas calóricas
Quando as pessoas saudáveis pedem um prato principal, geralmente escolhem uma combinação de legumes no lugar de batatas fritas. O problema é que “tudo em um restaurante é 10 vezes pior do que aquele que fazemos em casa”, disse Adam Roberts, autor de Secrets of The Best Chefs (Segredos dos melhores chefs, em tradução livre). Assim, mesmo as escolhas de aparência saudável podem conter calorias surpreendentemente altas.

Não aposte tudo no azeite
As pessoas se sentem saudáveis ao escolher um pão com azeite de oliva, mas isto pode definitivamente destruir sua cintura. “É tudo gordura e calorias. O pão se enche de azeite como uma esponja”, disse Wendy Bazilian, autor de The SuperFoods Rx Diet. Algumas fatias podem resultar em 380 calorias ou de 75% a 90% do que a maioria das mulheres deve ingerir em toda a refeição. A manteiga, por incrível que pareça, ajuda a manter o controle. Mas não se esqueça que ela contém gordura saturada. Uma solução é escolher um saudável azeite de oliva extra virgem e adicionar vinagre balsâmico para cortar gordura e calorias e aumentar o sabor.

Cuidado com “pequenos” pratos
Os aperitivos pequenos podem ter muitas calorias. Uma porção de batatas fritas com maionese picante tem em torno de 500…

 

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